Uma "implosão" de distros?
Porém, existem várias distros cuja sobrevivência é questionável. Algumas lançam algumas versões e depois morrem, outras têm um desenvolvimento muito lento.
De acordo com o artigo que reflete as observações de Steve Lake, ele considera que boa parte das mais de 500 distros disponíveis atualmente, cerca de 350 estão realmente ativas e dois terços dessas estão sem "firmeza".
Os critérios usados por Steve para classificar a vitalidade de uma distribuição são:
1. Tempo médio entre lançamento de novas versões.
- Até 2 anos: ativamente desenvolvida
- De 2 a 3 anos: semi-ativa
- Mais de 3 anos: morta
- Atualizações diárias, freqüentes: ativamente desenvolvida
- Atualizações semanais ou mensais, porém regulares: semi-ativa
- Mais de 6 meses sem atualização: morta
Sabendo desses fatos, podemos considerar que uma pequena porção das distros poderá desaparecer da noite pro dia. Para a comunidade Linux, isto já é um fato conhecido, várias distros já se foram ou se encontram a caminho do fim. Mas para os que estão fora desta comunidade, é realmente uma "implosão".
Isto pode tanto ser visto, portanto, como uma forma de "implosão" ou como uma "seleção natural", onde apenas as distribuições e os projetos mais aptos sobreviveriam.
Será que isto é bom para a comunidade? É boa essa dispersão de projetos, às vezes com interesses similares?
Labels: comunidade, distro, projetos, software livre



1 Comments:
Renan, isto na minha opinião é ótimo! É a confirmação de que o modelo de software livre funciona. O Alexandre Oliva já havia previsto este fato, de que haveria, pela competição de desenvolvedores e de usuários, uma seleção natural. A produção de SL segue essa lei natural, e creio que, enquanto seguir, teremos muitas mutações, muitas competições, muitas evoluções, e porque não dizer, muitos extermínios também.
Vida longa ao SL!
By
lucasbracher, At
9:41 AM
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